Os problemas de ereção acontecem sempre que aparece uma falha em uma das etapas do processo sexual. A ereção peniana constitui um fenômeno fisiológico extremamente complexo, no qual intervêm quase todos os sistemas orgânicos: cardiovascular, endócrino, nervoso, respiratório, sanguíneo, muscular, etc…

Disfunção erétil bioquímica

O disfunção erétil bioquímica é sinal de que algum componente bioquímico não consegue efetuar seu papel causando os problemas de ereção. Existem muitos processos envolvidos na bioquímica da ereção.

Função do músculo liso de Peneus

Terminações nervosas e do endotélio vascular tanto artérias helicine como parte do eu bloqueado; moléculas dos espaços lacunares, são capazes, contra estímulos sexuais, substâncias de libertação que relaxam o músculo liso, uma vez que o estado natural

Óxido nítrico e a via do cGMP

O óxido nítrico (NO) é um radical livre altamente reativo e quimicamente instável. É liberado pelas terminações NoA NoC e pelo endotélio dos espaços lacunares à frente do estímulo sexual, seja de origem psicogênica ou reflexogênica.

O substrato base para a síntese de NO é a arginina, na presença de oxigênio. O NO não tem interação com nenhum receptor específico, como a maioria dos mediadores neuroquímicos, diretamente através da parede da célula muscular lisa com grande facilidade. Uma vez no citoplasma, se liga a enzima guanilato ciclase que, o qual ativa, estimular a conversão de trifosfato de guanosina (GTP) em monofosfato de guanosina cíclico (cGMP).

Este último, quando acumulado dentro da célula CE, sofre uma série de efeitos metabólicos, o resultado final é a redução de Ca ++ livre e, portanto, o relaxamento do músculo liso trabecular, e, por conseguinte, ereção. Além disso, o cGMP é inativado por outra enzima: PDE5 que a inibição de cGMP determina a admissão isento de Ca ++ para a CE novamente celular e assim contração do músculo trabecular, que conduz à detumescência do pénis.

É esta última enzima (fosfodiesterase 5) que atua com um efeito inibidor de citrato de sildenafil, mantendo a concentração de cGMP e, assim, ereção. Este último produto é usado atualmente com grande sucesso no tratamento da disfunção erétil e causou uma verdadeira revolução mundial em relação à farmacologia dessa disfunção.

Equilíbrio entre os mecanismos constritores e dilatadores do músculoliso do pênis

O processo erétil é iniciado pelo estímulo parassimpático, cujo transmissor pré-ganglionar é, como sabemos, a acetilcolina. Inicialmente, acreditava-se que a resposta erétil fosse mediada por fibras colinérgicas pós-ganglionares, que produziam diretamente relaxamento do músculo liso.

Hoje se sabe que, apesar de ter um papel importante, esta está limitada apenas para inibir, por um lado, a libertação de substâncias Adrene rgicas pelo sistema nervoso simpático, na qualidade receptores muscarínicos colinoacetil na terminação nervosa Adrene; ALÉRGICA e estimular, por outro lado, a liberação de substâncias relaxantes, pelo sistema NoA NoC, por um mecanismo ainda pouco conhecido. Além disso, a estimulação de receptores Adrene; disponível, além d Além disso, a estimulação de receptores Adrene; disponível, além de produzir contração do músculo trabecular, por um efeito direto, indiretamente inibir os nervos vasodilatadores NoC Noa.

Prostaglandinas

Assim como existem prostaglandinas constritivas, PGH2 e PGF2 alfa, músculo liso responsável tom cavernoso e sintetizados pelo mesmo cavernoso, há também; n prostaglandinas desempenham um papel no relaxamento da musculatura lisa. As prostaglandinas E1 e E2 constituem os prostanóides mais abundantes também sintetizados pelo corpo cavernoso.

Além de agir como relaxantes diretos do músculo liso trabecular, eles também modulam os nervos suprarrenais inibindo a liberação de adrenalina. Portanto, as prostaglandinas E1 e E2 promovem a ereção por efeito relaxante direto na célula muscular trabecular e indireta, reduzindo o tônus adrenérgico. Estes efeitos são explorados para o tratamento da disfunção erétil por injeção intracavernosa.

Papel do oxigênio molecular no processo eretivo

A escassa quantidade de sangue que o corpo cavernoso ocupa durante o estado de flacidez peniana apresenta uma pressão parcial de oxigênio semelhante ao sangue venoso, ou seja, aproximadamente 35 mmHg. Durante a montagem, devido ao aumento significativo do fluxo sanguíneo na sequência da dilatação das artérias penianas, corpo cavernoso arterializa sangue, atingindo cerca de 100 mm Hg PO2.

O oxigênio desempenha um papel muito importante na síntese do NO do substrato Arginina. A síntese de NO está diretamente relacionada à concentração de oxigênio no nível do tecido cavernoso. Ao diminuir o PO2, a síntese de NO é profundamente inibida. PO2 deve permanecer acima de 50 – 60 mm Hg para ocorrer a síntese de NO.

Suplementos que atuam na bioquímica da ereção

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Disfunção erétil bioquímica – Fisiologia da ereção bioquímica
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