A impotência masculina é representada como a incapacidade de ter uma ereção ou também ter, mas de forma ineficiente na qualidade e duração. As causas de disfunção erétil são aquelas que determinam o tipo dos problemas de ereção. Neste texto, discutiremos sobre a impotência orgânica.

O que é disfunção erétil orgânica?

É a disfunção erétil que é causada por um problema no nível físico, o que significa que o nosso corpo tem um problema que tem esse tipo de impotência como consequência.

Entre os problemas mais comuns que causam uma impotência masculina orgânica, podemos citar:

Problemas relacionados ao colesterol. Principalmente hipercolesterolemia um distúrbio provocado quando o nível de colesterol total é alto há risco de sofrer de impotência aumentado quando a HDL que é o colesterol bom conhecido, está abaixo do normal. Além disso, quando há um alto nível de colesterol ruim, LDL, cronicamente, ocorre a doença conhecida como areromatose, que causa a diminuição da luz arterial no fluxo sanguíneo.

Arteriosclerose ou endurecimento das artérias.

Problemas cardiovasculares

Lesão vascular.

Problemas hormonais.

Problemas neurológicos

Hipertensão é uma doença que afeta as artérias, de modo que está diretamente relacionada com o referido, que é a impotência orgânica. O tipo de hipertensão sistémica gera danos ao mecanismo de montagem da função erétil, que faz com que, por conseguinte há problemas de ereção.

Diabetes é composto de um alto nível de glicose no sangue, quando esta lacuna é mantida cronicamente, há uma porcentagem de até 75% dos homens que têm um déficit de ereção, causada pelas consequências do diabetes, conforme exemplo, danos a pequenas artérias, chamadas microangiopatia; dano aos nervos periféricos. O relaxamento quase total do músculo liso do pênis, de modo que o sangue transportado pelas artérias não pode entrar no pênis efetivamente e não permanecer por muito tempo.

Fumo, este é um fenômeno que pode ser evitado, toda a dependência de drogas é considerado uma doença, e, no caso do tabaco causa dificuldade no relaxamento da musculatura lisa, conhecida como síndrome de transtorno de fuga venosa, o que é aumenta consideravelmente o risco de disfunção erétil.

Perspectivas de tratamento disfunção psicogena e orgânica

A ereção é uma função de grande complexidade devido aos muitos fatores que, em diferentes níveis, intervêm nela, alguns dos quais ainda são desconhecidos no momento. No geral, a função erétil pode ser alterada por patologias que interferem no controle cerebral da ereção, na transmissão de ordens neurológicas através da medula espinhal ou nos mecanismos neurovasculares e estruturais do pênis. Uma ou várias dessas patologias podem afetar um ou mais níveis do mecanismo erétil e, por sua vez, condicionar o desenvolvimento de outras que contribuirão, em diferentes graus, para a disfunção erétil orgânica ou psicológica.

Tudo isso implica uma grande dificuldade em saber precisamente o papel desempenhado pelos diferentes fatores, seja predispondo, desencadeando ou mantendo a impotência. Além disso, as atuais metodologias de diagnóstico para avaliar os componentes vasculares e neurológicos da ereção não são, em muitas ocasiões, precisas e confiáveis, sendo aplicadas com menor frequência do que no passado. O fato de não ter tratamentos etiológicos adequados, bem como a alta efetividade dos remédios inibidores da fosfodiesterase (iPDE5) como tratamento sintomático, também contribuiu para isso.

Se a determinação de etiologias orgânicas é difícil, ainda é mais difícil diagnosticar fatores psicológicos e neurobiológicos relacionados ao controle cerebral da ereção.

No passado, acreditava-se que a maioria da disfunção erétil era de origem psicológica, ao contrário do que acontece hoje, onde certas patologias, condições ou fatores de risco cardiovascular são considerados (diabetes, hipertensão, hipercolesterolemia, obesidade, drogas, etc.

A disfunção erétil de origem psíquica, em oposição à origem orgânica, geralmente se apresenta abruptamente. A integridade dos mecanismos eréteis periféricos é estabelecida a partir da simples observação de ereções normais involuntárias, seja durante na fase do sono, ao acordar de manhã ou contra certos estímulos ou circunstâncias.

Caso o homem responda com uma ereção satisfatória nessas circunstâncias, é bastante provável que sua impotência tenha origem psicológica. Caso contrário, a disfunção erétil só pode ser orgânica. A partir da causa é que se realiza o tratamento com medicações ou até mesmo se recorrer a cirurgia. Apesar da dificuldade as chances de sucesso da impotência de origem física é possível em quase 100% dos casos.

Disfunção erétil orgânica: É mais difícil de tratar?
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