A disfunção erétil é uma incapacidade repetida de ter uma ereção ou mantê-la. Observa-se que um “colapso” ocasional é completamente normal e não deve causar preocupação, seja no homem ou na parceira.

Embora as mulheres possam estar muito preocupadas com o problema e até mesmo afetadas diretamente, elas devem saber que a disfunção erétil é um problema comum que afeta metade dos homens com qualquer idade, mas principalmente entre 40 e 70 anos. Hoje em dia, muitos meios médicos e psicológicos estão disponíveis para eles e a maioria deles vê seus problemas rapidamente com tratamento.

Causas físicas da disfunção erétil

Em 80% dos casos, os problemas de ereção são causados por uma condição física ou pelo envelhecimento. Aqui estão as causas físicas mais comuns.

– Vasculares (doenças cardíacas, doença coronariana, artrite, pressão alta, aterosclerose) são responsáveis ​​por 40% dos problemas de ereção.

– A disfunção erétil é encontrada em 35 a 75% das pessoas com diabetes.

– Doenças neurológicas, como doença de Parkinson, epilepsia, esclerose múltipla, doença de Alzheimer e acidente vascular cerebral também podem ser a causa da disfunção erétil.

– A cirurgia relacionada ao tratamento do câncer de próstata (prostatectomia total) pode causar o desaparecimento temporário das ereções.

– O consumo de tabaco, álcool e drogas também pode ser uma causa dos problemas de ereção.

– Alguns medicamentos, principalmente aqueles para hipertensão, excesso de colesterol ou problemas cardíacos, podem induzir dificuldades eréteis.

– Problemas hormonais

– Obesidade

– Câncer

– Cirrose do fígado

– Tomar ansiolíticos ou antidepressivos

Disfunção erétil qual o sintoma que dificilmente é percebido

O principal o fato de não conseguir ou não manter uma ereção é a principal característica, mas na disfunção erétil qual o sintoma que não é reconhecido? A ansiedade, esse sentimento raramente se percebe que ela afetará a ereção até que aconteça.

Como a ansiedade afeta a sexualidade

A relação sexual é um momento de prazer e relaxamento. Mas o estresse e a ansiedade podem estragar esse sentimento e substituí por um desconforto difícil de superar.

Qualquer forma de ansiedade é uma distração que limita o bem-estar sexual. Se a sensação de ansiedade é temporária ou se tem uma condição crônica, como um transtorno de ansiedade generalizada, dificulta a comunicação com o parceiro e a diversão na hora de amor.

Sentimentos de ansiedade podem diminuir a libido de várias maneiras. O pânico e a preocupação afetam a mente e o corpo, aumentando a produção de hormônios do estresse, como a adrenalina.

O desconforto… Despir-se na frente de alguém pela primeira vez é assustador para todos, mas quando a ansiedade chega ao quarto, o sentimento de constrangimento aumenta ainda mais, assim como o risco de ser obcecado com o que são considerados defeitos físicos. A ansiedade acentua a autoconsciência, assim como a vergonha geral do corpo ou das partes.

Quando o medo e o pânico incomodam o homem, talvez ele não queira se aproximar fisicamente ou emocionalmente da parceira. O corpo pode entrar em modo de parada e tornar-se incapaz de sentir excitação suficiente para ter um relacionamento. Sem perceber, o homem pode evitar sexo ou preliminares, o que pode criar tensão no casal.

Muitas vezes é difícil, mesmo para parceiros próximos, compartilhar seus desejos e fantasias. A ansiedade pode, portanto, agravar essa situação. Mas abrir-se para a parceira e expressar honestamente as preferências de vida sexual é um alívio real. É difícil lidar com isso, no entanto, quando a adrenalina está fluindo e lhe dá uma impressão de perigo constante.

Possíveis riscos de complicações

Na maioria dos casos, a disfunção erétil causa principalmente complicações psicológicas em homens como a baixa autoestima. O homem já não se sente “viril”, a mulher já não se sente “desejada” e muita vez pode acontecer que a situação crie verdadeiras complicações e desentendimentos na vida conjugal, o que pode levar à ruptura.

Tratamento da disfunção erétil

Os tratamentos para a disfunção erétil são muito eficazes. Existem vários medicamentos orais, o mais conhecido é, obviamente, o Viagra. Além da pequena pílula azul, as opções são:

– Injeções no pênis

– Um dispositivo mecânico para usar antes do sexo (anel na base do pênis)

– Implantes penianos

– Cirurgia restaurativa (quando a disfunção é causada por uma malformação ou lesão)

Prevenção

Uma disfunção erétil transitória pode ser resolvida promovendo um estilo de vida saudável:

– Pratica atividade física regular

– Comida saudável

– Sono adequado

– Nenhum abuso de tabaco, álcool, drogas.

O homem deve saber

Além disso, em caso de disfunção erétil, a comunicação no casal continua a ser primordial. Os distúrbios de ereção são apenas 20% dos distúrbios eréteis de origem psicológica e 80% de origem médica. A consulta clínica é, portanto, uma opção quase essencial e que salva vidas.

Evitar o silêncio, o homem deve entender que há uma razão para o seu problema e que, se ele enfrentar isso, ele terá uma boa chance de resolver. Idealmente, ele deveria conversar com sua esposa para manter cumplicidade.

O homem deve entender que ele não está sozinho em sua situação e que ele não tem que ter vergonha. Aprender a valorizar outros aspectos do amor físico, evitando focalizar a penetração e o orgasmo como um objetivo. Ao invés de controlar sua ereção, deve concentrar a atenção no prazer do casal em outros níveis.

A mulher deve saber

A mulher deve saber que ela pode não ser responsável pela situação de seu parceiro e que criticas só piora a situação. Sentir-se culpado, preocupado, envergonhado também não resolve o problema. Paciência, discussão respeitosa e compreensão são mais apropriadas.

Entender que, em certa idade, o homem precisa de mais estímulo para gerar e sustentar a ereção. Mais sensualidade, investimento e o uso dos cinco sentidos são formas de chegar lá. Ela deve estar atenta às suas necessidades, enquanto expressa a sua própria.

Para poder ajudar a minimizar a situação, se o parceiro não pode fazê-lo, “tingir” tudo com um toque de humor, dizendo que o problema pode ser resolvido, que existem maneiras conhecidas e reconhecidas para isso.