A nova abordagem visa fatores psicológicos como estresse e ansiedade como uma causa das causa dos problemas de ereção. De acordo com um estudo alerta que uma vida agitada, especialmente no local de trabalho, pode causar disfunção erétil.

Definição

A disfunção erétil é definida como a incapacidade de alcançar ou manter uma atividade sexual satisfatória. Isso pode ter consequências importantes na vida de um homem, afetando sua autoestima e, até mesmo, o questionamento de sua masculinidade, bem como os problemas de relacionamento que ele pode gerar dentro do círculo pessoal.

As causas dos problemas de ereção podem ser múltiplas. Do ponto de vista etiológico, o mais importante é a origem vascular seguida de disfunção neurogênica (suprimento de sangue e nervos dos membros). No entanto, entre as causas mais comuns deste problema foram detectados fatores psicológicos como estresse e ansiedade. Segundo o estudo citado acima, ambos afetam negativamente o mecanismo neurovascular da ereção peniana e até favorecem a diminuição da testosterona.

Quando o estresse é contínuo, nosso corpo libera substâncias chamadas catecolaminas (adrenalina ou nodralenanina), hormônios que mantêm o corpo em alerta e são produzidos pelo sistema simpático para manter a pressão alta. Esses hormônios são vasoconstritores, ou seja, eles fecham os vasos sanguíneos, incluindo os dos corpos cavernosos, como é o caso do pênis que, não sendo preenchido com sangue suficiente, não tem ereção.

Homens muito ansiosos, com comportamentos obsessivos ou sofrendo de depressão, tendem a sofrer com problemas de ereção, uma vez que esses humores prolongados interferem na produção de certos hormônios e na energia envolvida para realizar o ato.

Do ponto de vista físico, entre os fatores mais comuns que produzem essa anomalia estão diabetes e hipertensão. Frequentemente, fumar e altos níveis de colesterol no sangue também estão associados à disfunção erétil stress.

Por todas as razões mencionadas acima, os especialistas dizem que esta doença deve ser abordada de forma multidisciplinar por urologistas, endocrinologistas, psicólogos ou sexólogos, e até mesmo cardiologistas.

Tratamento disfunção erétil stress

Quando a falta de ereção é causada por estresse, os especialistas aconselham o paciente a encontrar o equilíbrio entre o tempo dedicado à vida profissional e ao lazer. No caso de ter um parceiro estável, outro conselho é cuidar da comunicação como um casal, uma vez que o estresse cria frustração, em muitos casos, envolve uma deterioração da comunicação interpessoal.

A comunicação com o casal desempenha um papel muito importante na busca de soluções, pois não é um problema que afeta apenas o homem, também o cônjuge é afetado por relações sexuais insatisfatórias.

A maioria dos especialistas concorda que a participação do casal é vital, pois assim eles têm outra visão do problema e, também, porque muitas mulheres sentem que a falha do parceiro é culpa delas. Existem também técnicas especializadas para homens sem um parceiro.

Tratamentos psicológicos estão focados na modificação do comportamento contra o ato sexual. Depois, vem a fase de reabilitação, passando pelas etapas de relaxamento, sensibilização e contra-condicionamento. No entanto, cada paciente é um caso diferente que deve ser tratado como tal. Portanto, nem todas as terapias darão o mesmo resultado em todos os homens.

O importante nesta doença – como em qualquer outra – é que seja tratada a tempo e por especialistas no campo.

A ausência de sexo pode levar a sintomas diferentes, tanto físicos quanto psicologicamente. Estresse, monotonia ou certos problemas no casal são alguns dos fatores que agravam esse problema.

Dicas para prevenir disfunção erétil stress

Dicas para que o estresse não afete a vida sexual:

Confiando no casal: Se o sexo for praticado com alguém da sua confiança, fale com a outra pessoa para aliviar as tensões e encarar o problema em conjunto.

Fazer esporte: O exercício físico não só ajuda a manter a boa saúde e prevenir doenças, mas também melhora a potência sexual. Correr, nadar, andar de bicicleta ou tênis são algumas das disciplinas que mais ajudam os homens a recuperar seu apetite sexual, pois mantêm os níveis adequados de endorfina e testosterona.·.

Aprenda técnicas de relaxamento: você tem que se dar tempo, mesmo que você não esteja acostumado a isso, é sempre bom tentar métodos como respiração profunda, meditação ou alongamento.

Não tenha relações sexuais por obrigação: Forçar relações sexuais quando se sente ansiedade geralmente acaba em fracasso.