Considerados o fim do mundo por muitos homens, os problemas de ereção são, em sua maioria, relativamente simples de se resolver, afinal boa parte dos casos se originam de eventos simples, que não apenas tem cura como podem ser tratados rapidamente.

No entanto, antes de começar a buscar alternativas para resolver essa questão, é importantes entender o que pode ser considerado, de fato, como problemas de ereção ou são eventos que relacionam com outros fatores, como cansaço, insegurança ou até mesmo geram dúvidas se aquele é o momento ou a pessoa certa para uma relação sexual.

Para um homem, falhar na cama e não obter uma ereção é muito constrangedor. Mas isso não significa que você perdeu a capacidade de satisfazer seu companheiro. Muito pelo contrário. Ter dificuldades para alcançar uma ereção é normal e vai acontecer em algum momento da vida.

Aliás, estudos recentes indicam que 12% dos homens até os 60 anos já falharam ou ainda irão falhar. Quando pensamos nos mais velhos, com mais de 70%, esse percentual sobe para 30%.

Um número alto, mas que não significa uma sentença que indique relações sexuais ruins ao final da vida, ao contrário. Você pode ter relações muito boas a vida toda, mesmo se considerarmos o percentual de falhas que são consideradas aceitáveis.

Por falar nisso, a mesma pesquisa indicou que só é preciso acender o sinal vermelho quando os problemas de ereção aparecem mais de quatro vezes no mesmo mês. Do contrário, é necessário apenas se acalmar e tentar aproveitar melhor a diversão entre quatro paredes.

Problemas de ereção tratamento – Qual médico procurar?

Que médico devo consultar para resolver os problemas de ereçãotratamento?

Quando um homem se depara com a realidade de que já falhou mais de quatro vezes em um único mês, é hora de buscar um especialista que lhe indique o melhor problema de ereção tratamento e ter uma conversa franca com ele, explicando todo o seu problema.

Aliás, esse profissional é o urologista, médico acostumado e treinado para resolver problemas corriqueiros e mais graves na vida de um homem, sejam eles físicos ou com cunho emocional.

Por mais vergonha que você tenha, ou pense que o médico possa julgar seu caso ou mesmo compartilhá-lo por aí, é hora de deixar esse constrangimento em casa e buscar ajuda para o problema.

Isso porque, ao contrário do que você possa pensar, o médico urologista está acostumado a ouvir histórias do tipo o dia todo, e enxerga em você um paciente, e não alguém que está lhe contando algo sobre o que ele irá fofocar em seguida.

Aliás, o sigilo médico-paciente o impede de comentar seu caso com outras pessoas que não sejam especialistas que o ajudem a tratar o seu problema. De todo modo, no momento da consulta, o médico poderá identificar rapidamente as causas e lhe indicar maneiras para contornar esses problemas de ereção e devolver sua qualidade de vida e autoestima.

Como é feito o diagnóstico dos problemas de ereção?

Quando um homem chega ao consultório do urologista se queixando da incapacidade ou de grande dificuldade em alcançar uma ereção, depois de ouvir todo o seu histórico, o médico começará, de fato, a investigar o problema.

Para isso, ele poderá passar pelas seguintes etapas, garantindo assim um diagnóstico preciso e a oferta do melhor método para que você resolva de fato o problema.

Avaliação física

Durante a consulta, o urologista poderá avaliar o pênis do paciente, para verificar se não há sinais no órgão que indiquem as causas do problema de ereção.

No exame ele poderá identificar problemas como a doença de Peyronie, o hiponogadismo, a hiperprolactinemia, dentre outros eventos.

Questionário completo

Como parte de sua avaliação, o urologista submeterá o paciente ao índice internacional de função erétil (IIFE), um questionário que investiga sua função erétil.

Para isso, ele fará perguntas voltadas a mensurar a frequência e a qualidade das ereções. Quanto melhores as respostas, maior a pontuação final obtida pelo paciente.

Neste exame é possível obter até 25 pontos. Os homens com resultado abaixo de 21 são considerados impotentes.

Exame de ecodopler peniano

Para alguns pacientes, o urologista pode considerar necessária a realização de um exame chamado ecodoppler peniano, desenvolvido para identificar as causas dos problemas de ereção.

Esse teste é feito com a ajuda de uma injeção intra-cavernosa, onde uma substância é injetada, provocando uma ereção rapidamente.

O médico examina a resposta que o órgão deu ao remédio, o fluxo de sangue que as artérias penianas recebem, qual a velocidade desse fluxo e o índice de resistência, além de outros aspectos que se relacionem com a ereção.

A medição destas informações é feita com um aparelho de ultrassom, que cria imagens dos tecidos por meio de ondas sonoras. Toda a avaliação dura cerca de 30 minutos.

Avaliação psicológica

Quando o urologista suspeita que o problema é causado por distúrbios psicológicos, a recomendação é de que esse paciente passe por uma avaliação feita em conjunto com psiquiatras ou psicológicos.

Esses dois especialistas poderão identificar se existe algum transtorno mental ou há situações que dificultem a ereção na vida do paciente.

Realização de outros exames

Para fornecer um diagnóstico ainda mais preciso, o urologista pode pedir também exames de sangue e de urina, para identificar a existência de problemas como colesterol alto, elevação dos níveis de glicose na corrente sanguínea ou níveis baixos de testosterona.

Como o tratamento dos problemas de ereção são definidos?

De posse dos resultados dos exames, o urologista consegue definir um tratamento especializado, que resolverá de uma única vez os problemas de ereção de seu paciente.

Para quem tem problemas orgânicos, por exemplo, podem ser recomendados o uso de medicamentos que estimulem a ereção ou até mesmo a realização de procedimentos cirúrgicos.

Já quando a origem da questão é psicológica, pode ser necessário o tratamento conjunto com esses especialistas. Agora, quando a disfunção erétil se origina de problemas como colesterol elevado ou diabetes, é preciso combatê-los para que esse homem experimente mais qualidade de vida.

Procurar ajuda médica pode ser a diferença entre uma vida de qualidade ou a frustração sexual.

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